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Minicursos, Oficinas, Palestras e Mesas Rendondas

Em períodos de crise como continuar fazendo ensino, pesquisa e extensão em Ecotoxicologia?

Mesa Redonda

Ministrante: Carlos Eduardo Veiga de Carvalho - UENF

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 200

Início: 11:00

Término: 12:00

Resumo: reflexões sobre o olhar atual da ecotoxicologia em suas possíveis inserções no ensino, extensão e na pesquisa das ciências ambientais.

Manildo Marciaõ de Oliveira - Ecotoxicologia mais Sistêmica: garantindo rompimento de paradigmas e por uma ciência mais sensível.

Aplicação de teste de inibição da enzima acetilcolinesterase no estudo de degradação de pesticidas

Minicurso

Ministrante: Prof. Dr. Thiago Moreira de Rezende Araújo - IFFluminense

Data: 10/11/2017

Número de vagas: 20

Início: 14:00

Término: 18:00

Ementa:

Apresentar os princípios e a metodologia de um teste que determina a inibição e a atividade da AChE, mostrar alguns de seus principais usos, apresentar as classes de pesticidas capazes de inibir a AChE e aprofundar no uso do teste apresentado em estudos envolvendo a degradação de pesticidas.

Bioacumulação e efeitos de cianotoxinas em organismos aquáticos

Minicurso

Ministrante: Prof. Dr. Aloysio da Silva Ferrão Filho - FIOCRUZ

Data: 10/11/2017

Número de vagas: 20

Início: 14:00

Término: 18:00

Ementa: Apresentar as principais classes de toxinas de cianobactérias, seus mecanismos de ação e efeitos em organismos aquáticos. Introduzir os conceitos de bioconcentração, bioacumulação e biomagnificação de cianotoxinas na cadeia alimentar aquática.

Biorremediação terrestre com fungos micorrízicos

Minicurso

Ministrante: Prof. Dr. Victor Barbosa Saraiva - IFFluminense

Data: 10/11/2017

Número de vagas: 20

Início: 14:00

Término: 18:00

Ementa:

Relação simbiótica entre fungos micorrízicos e plantas, separação de esporos para identificação e biorremediação.

Introdução à bioquímica toxicológica e Biomarcadores

Minicurso

Ministrante: Prof. Dr. Manildo Marcião de Oliveira - IFFluminense

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 20

Início: 14:00

Término: 18:00

Ementa:

Princípios da Toxicocinética e Toxicodinâmica. Toxicologia bioquímica de alguns xenobióticos. Biomarcadores bioquímicos

Introdução a Ecotoxicologia

Minicurso

Ministrante: Prof. Dr. Marcos Antonio dos Santos Fernandez - UERJ

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 40

Início: 14:00

Término: 18:00

Ementa:

Modelos Matemáticos em Ecotoxicologia

Minicurso

Ministrante: Profa. Dra. Samantha Eslava Martins

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 20

Início: 14:00

Término: 18:00

Ementa:

Princípios básicos de Ecotoxicologia. Aplicações de modelagem em Ecotoxicologia. Principais modelos aplicados em estudos ecotoxicológicos. Modelos ecotoxicológicos na Regulamentação Ambiental.

Genotoxicidade

Oficina

Ministrante: Dr. Marcos Massao Murata - UERJ

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 10

Início: 14:00

Término: 18:00

Proposta:

A oficina tem como objetivo demonstrar de maneira teórico prática alguns dos biomarcadores de genotoxicidade mais utilizados em monitoramento ambiental e ocupacional. A atividade envolverá explanação teórica sobre estes biomarcadores e sua utilização bem como observação prática de como conduzir o Ensaio Cometa e sua análise em microscópio. O aluno terá contato com as diversas etapas envolvidas neste ensaio podendo viver a experiência de não apenas aprender os fundamentos teóricos em que se baseia a utilização do ensaio como também em seguida manipular e ter contato de maneira segura com as ferramentas e artifícios envolvidos nesta técnica. A oficina tem como objetivo permitir uma experiência interativa entre o aluno e as técnicas ensinadas.

ATENÇÂO: A oficina será realizada ao ar livre em um trailer. As vagas serão limitadas.

Agrotóxicos x biota: uma disputa inglória

Palestra

Ministrante: Dr. Josino Moreira - FIOCRUZ

Data: 10/11/2017

Número de vagas: 0

Início: 09:30

Término: 10:30

Resumo

Todos os agrotóxicos são biocidas e quando introduzidos no ambiente interagem com toda a biota residente. Com ainda não existem agrotóxicos específicos para somente um organismo-alvo, isto significa que podem ter impactos tanto sobre os organismos-alvo quanto sobre os não-alvos. Trabalhos realizados por vários autores nacionais e internacionais tem encontrado uma grande variedade de impactos sobre a biota exposta em resposta a este tipo de exposição. Este impactos vão desde o desenvolvimento de mecanismos de defesa (aumento da resistência) até distúrbios morfológicos.

Avaliação de Risco Ecológico

Palestra

Ministrante: Dra. Samantha Eslava Martins - FURG

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 200

Início: 09:30

Término: 10:30

Resumo:

A avaliação de Risco Ecológico é uma ciência regulatória que vem ganhando força para o estabelecimento de limites máximos de emissão de contaminantes químicos no meio ambiente. Nesta palestra, será apresentada uma breve introdução sobre a definição de Avaliação de Risco Ecológico e suas etapas, em seguida um panorama mundial sobre o uso desta ferramenta para a regulação de biocidas anti-incrustantes. Para finalizar, será apresentada a situação atual da implementação de avaliações de risco ecológico para a regulação de contaminantes no Brasil.

Conferência de abertura – Dois anos da tragédia de Mariana: Impactos ecotoxicológicos em Unidades de Conservação Marinhas

Palestra

Ministrante: Dr. Adalto Bianchini - FURG

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 200

Início: 17:30

Término: 18:30

Resumo:

O desastre de Bento Rodrigues ocorreu em 05/11/2015, com a ruptura da barragem de rejeitos da mineração de ferro em Mariana (MG) e a liberação de ~60 milhões de metros cúbicos de lama tóxica, que fluiu para o Rio Doce e causou destruição ao longo de ~500 km ao longo dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Em 22/11/2015, a enxurrada de lama atingiu o "Mar de Regência" (Oceano Atlântico) na Foz do Rio Doce. Na presente palestra serão apresentados os resultados obtidos no âmbito do programa de avaliação e monitoramento do impacto ecotoxicológico decorrente do acidente de Mariana em Unidades de Conservação Marinhas (APA Costa das Algas, REVIS de Santa Cruz, REBIO Comboios, RESEX Cassurubá e PARNA Marinho dos Abrolhos), o qual foi desenvolvido em cooperação com o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade - ICMBio (Ministério do Meio Ambiente). Também serão apresentadas as ações de monitoramento nos ambientes costeiro e marinho a serem implementadas pela Rede Rio Doce Mar (RRDM), em continuidade ao monitoramento já realizado.

Dualidade entre o uso de recursos e o risco de contaminação ambiental e humana por mercúrio na Amazônia

Palestra

Ministrante: Drª Daniele Kasper - UFRJ

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 0

Início: 08:30

Término: 09:20

Resumo:
O mercúrio ocorre naturalmente no meio ambiente, entretanto, devido aos diversos usos que se faz desse elemento, suas concentrações podem aumentar no meio e, consequentemente na biota. Na região amazônica, a contaminação mercurial é muito debatida devido ao seu intenso uso nos garimpos de ouro. No entanto, o desmatamento, a queimada de florestas, a queima de combustíveis fósseis e o barramento de rios para a formação de lagos de hidrelétricas também podem aumentar as concentrações de mercúrio presentes tanto no ambiente quanto na biota. Além desses impactos antrópicos, as alterações climáticas causadas pelo aquecimento global vêm sendo debatidas atualmente porque também podem alterar o ciclo do mercúrio. Associado a esses múltiplos impactos antrópicos que têm pressionado o ecossistema amazônico, algumas regiões da Amazônia já possuem naturalmente concentrações elevadas de mercúrio. O homem, como consumidor de topo de cadeia alimentar, está exposto às maiores concentrações de mercúrio (seja de origem natural ou antrópica), o que pode levar a uma exposição crônica ao metal. Atividades antrópicas que possam alterar o ciclo natural do mercúrio na região amazônica (por exemplo, construção de estradas, hidrelétricas, desmatamento) devem ser avaliadas por um conjunto de profissionais para verificar a sua viabilidade do ponto de vista ambiental, e os possíveis impactos resultantes devem ser previstos e discutidos. 

Minhocas como bioindicadores ecotoxicológicos

Palestra

Ministrante: Dr. Fábio Veríssimo Correia - UNIRIO

Data: 10/11/2017

Número de vagas: 0

Início: 08:30

Término: 09:30

Resumo:

"Ecotoxicologia terrestre. O uso de minhocas como modelo para testes ecotoxicológicos diante a aplicação de diferentes endpoints. Tais como: respostas moleculares/bioquímicas, respostas fisiológicas, respostas citológicas/morfológicas e respostas comportamentais."